A campanha começou!

13962559_1355204001174199_6986979258731810300_nA campanha mais curta da história já começou. A partir de hoje, 16 de agosto, está permitido pedir votos através de panfletagens, carro de som, internet, etc.  Nós do PSOL e da Frente de Esquerda nos preparamos muito para este momento, com muito planejamento e organização para aproveitar os 45 dias de campanha da melhor forma e conquistar a eleição do primeiro vereador (ou vereadora) do partido na cidade.

Ainda estamos melhorando este blog/site e em breve teremos novidades. Aqui no blog você já pode ler os últimos artigos de opinião que escrevi.

Se você quer saber como ajudar a nossa campanha, clique aqui.

Se você quer saber nossa agenda de campanha, clique aqui.

Nesta terça, tem Virgínia Fontes e Valério Arcary em Curitiba

frente-de-esquerda-socialistaNesta terça-feira, 23 de agosto, acontece em Curitiba mais uma plenária visando a construção de uma frente da esquerda socialista na cidade.  A plenária acontecerá a partir das 19h, no Anfi-100 da Reitoria/UFPR, na rua General Carneiro, no centro da cidade.

O objetivo desta plenária é debater o momento político brasileiro e, para isso, contaremos com dois convidados que são um patrimônio da esquerda brasileira: Valério Arcary e Virginia Fontes.

Continue lendo »

Roda de conversa: “Juventude ocupando a política #OcupaTudo”

13921031_1353653494662583_2343543668482748707_nDesde o segundo semestre de 2015, os estudantes de diversos estados do país vem ocupando escolas lutando por uma educação de qualidade e contra o fechamento das escolas. Os movimentos começaram em São Paulo e depois se espalharam por Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Ceará.

No Paraná, além de algumas ocupações de escolas, também vimos os estudantes tendo um papel muito importante nas lutas em defesa da educação e contra o governo Beto Richa em 2015 e 2016. Recentemente, os estudantes da UTFPR ocuparam a Reitoria da universidade e obtiveram uma vitória contra o fechamento do Ensino Médio.

Continue lendo »

Uma candidatura para unir as esquerdas e enfrentar o conservadorismo

Xênia Mello, candidata pela Frente de Esquerda, na Conferência que a escolheu candidata.

Xênia Mello, candidata pela Frente de Esquerda, na Conferência que a escolheu candidata.

As eleições municipais de 2016 acontecem numa situação política muito diferente. Isso porque estamos em meio a um processo de impeachment capitaneado por setores abertamente conservadores, que vem se colocando contrários a qualquer ideia de coletividade ou solidariedade. Outra característica do nosso momento atual é uma maior polarização da sociedade, com mais segmentos opinando e se interessando pelos acontecimentos políticos.

Será uma eleição municipal em que os temas nacionais terão muita força. E, obviamente, em Curitiba não será diferente. Por aqui, ainda temos mais elementos, pelo fato da cidade ser a sede da Operação Lava-Jato e pela rejeição que por aqui também sofre o PSDB, especialmente após os episódios do dia 29 de abril de 2015.

Na esfera municipal, estamos sob uma gestão que foi eleita em 2012 sob o desejo de uma mudança e um basta ao grupo que ocupou a Prefeitura durante 20 anos e com apoio do PT. Essa mudança não se concretizou, ainda que o prefeito tinha tido muitas chances para efetivar algumas questões, especialmente na área do transporte coletivo. A marca da gestão de Fruet é a inoperância. Uma Prefeitura que não resolveu os problemas urgentes, muito menos ousou mexer em problemas estruturais/históricos.

Continue lendo »

Roda de conversa: “Transporte coletivo e direito a cidade”

2_8_postDemocratizar o transporte é fundamental para democratizar a cidade

Há décadas, o sistema de transporte coletivo pauta as eleições e está no centro do debate em nossa cidade. Muito se fala em metrô, em ligeirinho, em expresso, nisso e naquilo, mas o fato é que transporte é o direito dos direitos, já que o acesso à saúde, à educação e ao lazer, por exemplo, dependem do acesso ao transporte.

Por isso, democratizar o transporte é fundamental para democratizar a cidade. Para debatermos o assunto, vamos fazer uma Roda de Conversa, nesta quinta-feira, das 18h30 às 21h, na Praça da Mulher Nua.

Continue lendo »

A política é só para engravatados?

downloadPublicado originalmente em Notícias Paraná

Certa vez, lá pelos idos de 2009, um vereador de Porto Alegre propôs uma emenda ao regimento da Câmara de Vereadores, para regulamentar a forma de vestimenta das vereadoras. A emenda era absurda por diversos motivos e tinha endereço certo: a vereadora Fernanda Melchionna (PSOL), então com 25 anos, que frequentava as sessões com calça jeans e camisetas do movimento social.

A proposta foi enterrada depois de uma fala de Fernanda que até hoje ainda repercute: ela foi de terninho até a tribuna discursar e, na metade da sua fala, colocou uma gravata, para então perguntar se, a partir daquele gesto, os graves problemas sociais de Porto Alegre estavam resolvidos. Além disso, Fernanda falou sobre a política ser vista por muitos como algo que apenas uma pequena elite (os engravatados) podem participar.

Continue lendo »

Por um mandato comprometido com a construção de uma frente de esquerda

13256174_1691736524421024_1352571168674411986_nA chegada de Lula a presidência da República e a adesão do PT e do PCdoB ao projeto governista trouxe novos desafios para a esquerda brasileira, especialmente para aqueles que resistiram a tentação de ocupar cargos nos Ministérios e estatais e que estiveram nas lutas sociais enfrentando as diversas medidas anti-populares aplicadas pelos governos de Lula e de Dilma. Esses desafios aumentaram após as imensas manifestações de junho de 2013, que marcaram um novo momento político no país, caracterizado por uma maior polarização social e com o processo do impeachment de Dilma.

O grande desafio para a esquerda brasileira é a reconstrução de um projeto político, que vá além do que foi construído pelo governos petistas e que reconquiste a confiança dos trabalhadores e da juventude brasileira. Um projeto que aposte na mobilização popular permanente e que acredite na coletividade em substituição aos acordos de gabinete e à política de conciliação com os poderosos.

Continue lendo »

Vamos falar sobre as eleições

eleicoesPor Luiz Belmiro*

Atualmente podemos encontrar até mesmo entre as pessoas identificadas com a esquerda a desesperança e a recusa em participar da política. Todo mundo reconhece que o parlamento brasileiro, seja federal ou estadual, é ocupado por conservadores e nomes envolvidos em vários casos de corrupção. A revolta é visível, e muitos se recusam a participar da política, se sentindo constrangidos em legitimar o jogo sujo praticado pelos partidos no poder.

Mas enquanto isso, os setores que apoiam e sustentam os nomes que jogaram a política nacional na lama não tem nenhum constrangimento em apoiar financeiramente, mobilizar pessoas, e declarar voto em seus candidatos, que vão continuar defendendo os seus interesses no parlamento.

Continue lendo »

A eleição na Câmara dos Deputados e a tática do “inútil com o desagradável”

Rodrigo Maia, do DEM, é o novo presidente da Câmara dos Deputados.

Rodrigo Maia, do DEM, é o novo presidente da Câmara dos Deputados.

Ao longo dos últimos anos, vários movimento desagradáveis do PT e de sua cúpula acabaram sendo úteis do ponto de vista pragmático da ocupação do poder ou, ainda, na conquista de popularidade. Foi assim com a Carta ao Povo Brasileiro, aliança com Sarney, Renan, Maluf, Temer e outros, crescimento econômico a partir da bolha do crédito fácil, entre diversas outras ações. Em todos esses momentos, a militância de base do PT e do PCdoB repetia, constrangida, o mantra de que isso estava a serviço de uma governabilidade e que tudo era necessário pelo nosso (com muitas aspas) governo.

Na eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, há cerca de 10 dias, novamente as cúpulas do PT (com participação ativa de Lula, é importante registrar) e do PCdoB optaram por uma tática desagradável. A diferença, dessa vez, é que, fora do governo, a tática foi inútil. No fim das contas, as opções dos dois partidos inauguraram a era da governabilidade sem governo, inédita no Brasil.

Continue lendo »

Não passarão!

protesto_dc_estudantes_2Por Demian Melo*

As Organizações Globo da família Marinho são um das mais perigosas inimigas da educação brasileira. Através de sua rede de veículos na imprensa escrita, rádio e a maior rede de televisão nacional, constituem o maior monopólio midiático do país, capaz de pautar a agenda do debate público e construir a hegemonia burguesa. Sua atuação se estende ao conjunto das classes dominantes brasileiras, sendo João Roberto Marinho um dos mais importantes ativistas do grande capital, tendo seu nome associado ao Instituto Millenium, importante think tank liberal brasileiro. Além disso, ao lado de outros importantes grupos econômicos, atua na promoção do movimento “Todos Pela Educação”, projeto de amplo alcance hegemônico na constituição de uma subjetividade adequada ao capitalismo brasileiro e de subordinação da política educacional aos ditames do mercado.

Continue lendo »